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Diogum é um artista que traz leveza ao ferro e forja, em sua obra, novas perspectivas para a diáspora. Desenha com o metal como quem escreve memória e poesia. Suas peças evocam força, proteção e presença, em uma linguagem de traço limpo e essencial, atravessada pela ancestralidade africana e por referências afro-brasileiras.
Seu trabalho vem ganhando destaque na arte contemporânea, com obras apresentadas na Oficina Francisco Brennand, no Museu do Estado de Pernambuco, na SP–Arte, na ArtRio e no Museu do Amanhã. No circuito internacional, participou da mostra Arts Emotions Afrikwa!, em Paris, em 2019, e da Bienal Révélations, em 2025. Exposições individuais como Ferro Ifé: O Atlântico Negro de Diogum consolidaram sua presença em espaços como o MAMAM, a Casa Estação da Luz e a Galeria Amparo 60.
Exu é princípio dinâmico.
É quem faz a palavra circular e o caminho se abrir.
Seu tridente simboliza expansão, comunicação e transformação. Exu é mensageiro entre mundos, guardião das encruzilhadas, aquele que assegura o fluxo da energia e o movimento da vida.
Nesta peça, Diogum traduz esse signo em ferro. A forma é direta, essencial. O eixo central sustenta, as hastes se erguem com firmeza, e a base circular firma o ponto no chão, presença que ancora antes de seguir.
Peça feita à mão. Por ser artesanal, esta peça pode trazer pequenas variações de cor, textura e tamanho.
Ficha Técnica
| Altura | 21 cm |
| Largura | 9 cm |
| Técnica utilizada | Escultura em metal |
| Está assinada? | Sim |
| Tem certificado de autenticidade? | Sim |
