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Catarina se define como uma artista prática, e talvez seja justamente aí que sua força começa. Ela não teoriza a vida. Ela faz. Canta, escreve, pinta, recorta e cola o que precisa ser dito.
Seu trabalho atravessa limites que, por muito tempo, separaram o que pode ou não ser chamado de arte, transitando entre o fazer manual e o discurso, entre o popular e o institucional.
Criada no ateliê de Iza do Amparo, em Olinda, cresceu entre linguagens. Talvez por isso nunca tenha aceitado caber em apenas uma. Construiu um caminho próprio, mais direto, mais urbano, atravessado pelo agora.
Na série “Tipografia e Bandeirolas”, a tipografia ganha corpo, crítica, presença e festa. Inspiradas no papel picado mexicano e nas festas juninas, as peças foram inicialmente feitas com tesourinha de unha e estilete, que deram origem às matrizes. Foram quatro anos produzindo centenas de bandeiras à mão até o encontro com o Coletivo 3D, onde o corte a laser passou a integrar o processo.
Uma estética popular que se impõe sem pedir tradução. Suas bandeirolas não apenas decoram. No meio da cor e do ritmo, elas dizem, e dizem alto.
Ficha Técnica
Moldura em madeira com vidro
| Altura | 45 cm |
| Largura | 33 cm |
| Técnica utilizada | Serigrafia |
| Origem | Recife-PE | Brasil |
